quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Princípios



Os princípios hoje empregados para as famílias são totalmente controversos aos de famílias de 10 anos atrás onde determinados assuntos como o sexo não poderiam ser discutidos nem com os próprios pais, pois se entendia que era algo abominado na sociedade e também como algo que “ninguém” fazia e nem deveria fazer. Contudo hoje se é possível desabafar com os pais sobre assuntos diversos, que é válido, mas se os pais não podem estar presentes são os amigos ou pessoas mais próximas que acabam se achegando aos jovens formando opiniões que muitas vezes são mal intencionadas tornando-os não apenas independentes, mas sim revolucionários infringindo as regras dos pais que são e devem ser autoridades máximas dentro de um lar.
Com tanta informação presente na internet os jovens muitas vezes não necessitam perguntar aos pais sobre algo que acham constrangedor de falar com eles e acabam por si tomando determinadas ações que os levam a um pensamento alternativo fora da linhagem social/moral.
Um dos grandes tabus que a sociedade contemporânea enfrenta é a virgindade, onde muitos são tarjados de idiotas por uma opção que antes era bonita e respeitosa com sigo mesmo e agora é motivo de piadas dos colegas, amigos e em alguns casos até da família, ou seja, os jovens que não são mais virgens eles sim estão enturmados, são os mais legais, etc., mas aqueles que ainda preservam sua integridade sexual são os excluídos e muitas vezes mentem para serem aceitos.
A internet com todos os seus conteúdos liberados para quem quiser ver é a arma mais forte para o fim de uma família ou de um futuro próspero quando mal manipulados, a televisão já é algo menos seletivo que muitos não podem escolher conteúdos benéficos, trazendo para dentro de casa princípios de famílias fictícias que muitas vezes são ruins e ainda assim são imitadas e o rádio também entrou no conjunto de meios que levam as pessoas a poluírem suas mentes, pois mesmo as músicas que ouvimos nas estações de rádio influenciam no comportamento de muitas pessoas. Com tudo aquilo que vemos em nossa volta, podemos concluir que o novo mercado em todas as vias de informação esta relacionado ao sexo e de forma tão explicita que chega ao ponto de constranger aqueles que veem e/ou escutam tal. Não se é visto mais os respeito pelos outros e nem por si com as atitudes que são tomadas em relação ao sexo, onde muitos que são virgens têm vergonha da sua posição daquilo que antes era algo muito valoroso para um rapaz e para uma moça.
Aquilo que antes era visto como algo valoroso, hoje se é visto como um meio rentável de mercado.

Autor: Cesar Medina

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Redes sociais e blog da escola


Projeto escola em campo


Nada é por acaso

Eu acredito muito nessa afirmação. Entre outras coisas que já aconteceram em minha vida foi ter "corrido atras" da vontade  lecionar na Escola Dolores. Minha trajetória na universidade não foi fácil como a de muitos colegas. Entre trabalho de pesquisa dentro da universidade e muito estudo, desejava algo a mais para minha experiência profissional. Quando me formei no Bacharelado em Ciências Biológicas, resolvi fazer o complemento do curso com as disciplinas restantes para obter o diploma de Licenciatura. E quando fazia o trajeto de minha casa para universidade passava em frente a escola e pensava: "Ainda vou dar aula nesta Escola." No segundo semestre de 2003, era chegada a hora de fazer as práticas de ensino, que vinculavam o graduando a um estágio na Instituição de Ensino que abrisse as portas aquela oportunidade. Adivinhem qual foi? A Escola Dolores. 
Estagiei com a Professora Maria do Carmo, hoje aposentada, muito atensiosa e impresionada com meu trabalho. Era uma sétima série, turma 73. Essa turma rendeu aborrecimentos devido ao comportamento, pois não imaginava que nessa década, já havia problemas de indisciplina. O fato serviu para fortalecer meus ideais de mudar a forma de ensinar, de fazer a diferença na educação dos alunos. Era isso! Estava convicta de que era o caminho. Mesmo com todas as dificuldades que a profissão exibe.
No final de 2003 já estava formada com o diploma na mão e saí em busca o meu objetivo. Logo vieram os trabalhos como Bióloga em departamentos públicos, como a Secretaria de Saúde de São Leopoldo e depois Novo Hamburgo. Período muito enrriquecedor pela experiência profissional e pessoal. Iniciei no curso técnico em escola particular, onde a maioria eram adultos. Era bom. Mas ainda faltava. Então comecei a pesquisar nos jornais os editais de abertura de concursos e contratos do estado. Logo me increvi mas não fui chamada. Precisava de mais experiência comprovada. Passado algum tempo entre idas e vindas, casamento, filho, separação...desempregada...Agora era a hora de dar uma virada. Me inscrevi novamente e desta vez deu certo. Não só consegui trabalho para sustentar meu filho, mas consegui na Escola em que estagiei: A Escola Dolores. Realmente, nada é por acaso.
"Sou Dolores" desde 2009. Hoje me sinto feliz e realizada por estar num lugar onde o profissional é aceito e repeitado. Agradeço a Equipe Diretiva pela oportunidade e crença em minha experiência como profissional. Agradeço a Deus a cada vez que entro em sala de aula e digo: Bom dia ou boa tarde, turma!
Sou professora com muito orgulho. Essa é minha profissão. É o que eu sei fazer de melhor. Essa é minha vida.  (Professora Rita Enes - Biologia)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Nem tudo é um mar de rosas

Não sei se é o tipo de coisa que aconteceu só comigo ou se realmente todos pensam assim e com todos acontecem! Mas gostaria de mencionar que no ano passado, enquanto estava no segundo ano, eu achava que depois que eu saísse do colégio, tudo iria ficar mais fácil, sem tantos problemas, eu poderia trabalhar, me sustentar e não ia me incomodar tanto. Quem me dera ter continuado naquele ano.
Nem tudo é um mar de rosas, existem os pontos positivos, morar sozinho, privacidade, faculdade, poder dirigir, sair sem dar explicações e sem precisar do dinheiro dos pais. Mas basta chegar no terceiro e se você começa a correr atrás para organizar tudo,  ano que vem sua vida vira de cabeça para baixo. Desde o cursinho para os que querem entrar numa faculdade, isso sem mencionar os trabalhos que serão feitos mais tarde na mesma, até mesmo o trabalho de estagiário que tanto reclamamos ser explorados para tudo. E as preocupações? Vestibular, curso técnico, currículo, trabalhos do terceiro ano para não reprovar de jeito nenhum, emprego, viver sozinho, quem sabe, e ainda se não bastasse tudo isso ainda tem próprios afazeres: esportes, música, jogos, festas, a diversão em geral que tentamos nós proporcionar para passar o tempo.
Mas chega nessa hora e você percebe que tem tudo para piorar daqui para frente, seus planos para o futuro, seus sonhos a se tornarem realidade, tudo que você luta e batalha para construir, e cada vez um mundo maior cai em cima de ti, você passa os dias tanto úteis quanto o fim de semana fora de casa, mora, dorme, vive num mundo tão desconhecido.
Claro que muitos já conhecem essa rotina, mas será que todos sabem que depois que o concluirmos o Ensino Médio, você só fica parado se não for ambicioso? A ambição nos consome, mas é uma ambição boa, eu adoraria mencionar sobre o que eu faço, a academia, o cursinho, a banda, as noites incansáveis com instrumentos para cima e para baixo em outras cidades que tu nunca foi, tais como: Sapucaia do Sul e Esteio, mas não, eu não vim aqui para te desmotivar pensando que tudo vai desandar ou que tudo vai ser um saco. Muito pelo contrário! Só se tem a agradecer porque o tempo voa quando temos coisas para fazer e largar essa preguiça de ficar o dia em casa é a melhor coisa do mundo.
Enfim o terceiro ano vai se resumir em batalha pela tua formatura, pelas tuas festas de formatura, pela tua viagem com a turma, pelas camisetas, as vendas de lanches, toda preocupação e confusão que isso vai te proporcionar, tu vai se irritar, vai se decepcionar, vai se indignar, mas tudo bem, a vida não foi feita apenas de prazeres.
Não posso dizer que cursei no melhor do colégio e aproveitei tudo que eu podia ali, pois nem sempre tive disposição, ou até mesmo, “saco” para aguentar tudo, mas procurei sempre fazer o que eu podia.
A razão para não desmotivar agora nessa “largada para a vida” é que você pode ter um pensamento na sua cabeça de motivação, pode não ser muito bom, mas é para mim funciona: sempre tem como piorar e acredite as coisas ainda vão piorar, continue agora, e viva cada dia, não como se fosse o último, mas como se fosse o primeiro.


Autoria de Túlio Neto

Reta final

Nós alunos da turma 302 estamos na nossa reta final de nossa vida dentro de uma escola, e nos preparando ao mundo que nos espera futuramente. Alunos que estão na escola desde os primeiros anos de ensino, a vocês que recentemente entraram nessa jornada, juntos fazem a turma que devem se mostrar exemplos aos que ainda vão passar por isso, como se portar ou não nesse ano que se mostra o mais importante para nossa vida, pois é o ano de tomaremos nossas decisões e veremos qual será o caminho a ser seguido quando terminarmos nossa jornada como alunos do Ensino Médio.
Ao sairmos, iremos deixar como alguns chamam um legado. Se for bom ou ruim, isso tudo dependerá de como nos mostrarmos durante o ano como alunos. Podemos deixar uma mensagem de o que não fazer ao chegar a esse ano, ou como sermos os melhores dos professores, mas sem dúvida, os melhores ou os piores sempre irão deixar lembranças com os professores, que irão contar aos seus futuros alunos como éramos, e se alegrar, ou não com isso.
A nossa turma é pequena e talvez seja por isso que todos sempre são unidos em decisões a serem feitas, e estamos sempre do mesmo lado independente se a pessoa está certa ou não. Ao início do ano, todos queriam somente que tudo isso acabasse logo, contávamos os dias para acabar, agora percebo que quanto mais perto estamos do final, mais ficamos receosos com o que acontecerá quando tudo acabar. Com esse fim chegando mais perto a cada dia, ficamos mais unidos e tentamos aproveitar ao máximo tudo o que está acontecendo à nossa volta. As amizades de repente ficaram mais concretas do que eram, pois não se sabe o que acontecerá quando nós pararmos de nos ver de segunda a sexta, e às vezes, até com muitas reclamações nos sábados. 
Qual aluno nunca reclamou que não gosta de ir à escola? É uma pergunta que sempre será respondida com nenhum, pois sempre há aquele professor classificado como carrasco pelos alunos, que faz o aluno não ter vontade de ir à aula. Mas nesse ano, os alunos do 3º ano sentem certa “vontade” de ir à escola, embora haja muitas faltas. Mas todos nós somos uma família, querendo ou não, pois passamos um ano completo se vendo diariamente e aprendendo a aceitar as diferenças.


Autoria de Daniela Martins