sábado, 27 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Nada é por acaso
Eu acredito muito nessa afirmação. Entre outras coisas que já aconteceram em minha vida foi ter "corrido atras" da vontade lecionar na Escola Dolores. Minha trajetória na universidade não foi fácil como a de muitos colegas. Entre trabalho de pesquisa dentro da universidade e muito estudo, desejava algo a mais para minha experiência profissional. Quando me formei no Bacharelado em Ciências Biológicas, resolvi fazer o complemento do curso com as disciplinas restantes para obter o diploma de Licenciatura. E quando fazia o trajeto de minha casa para universidade passava em frente a escola e pensava: "Ainda vou dar aula nesta Escola." No segundo semestre de 2003, era chegada a hora de fazer as práticas de ensino, que vinculavam o graduando a um estágio na Instituição de Ensino que abrisse as portas aquela oportunidade. Adivinhem qual foi? A Escola Dolores.
Estagiei com a Professora Maria do Carmo, hoje aposentada, muito atensiosa e impresionada com meu trabalho. Era uma sétima série, turma 73. Essa turma rendeu aborrecimentos devido ao comportamento, pois não imaginava que nessa década, já havia problemas de indisciplina. O fato serviu para fortalecer meus ideais de mudar a forma de ensinar, de fazer a diferença na educação dos alunos. Era isso! Estava convicta de que era o caminho. Mesmo com todas as dificuldades que a profissão exibe.
No final de 2003 já estava formada com o diploma na mão e saí em busca o meu objetivo. Logo vieram os trabalhos como Bióloga em departamentos públicos, como a Secretaria de Saúde de São Leopoldo e depois Novo Hamburgo. Período muito enrriquecedor pela experiência profissional e pessoal. Iniciei no curso técnico em escola particular, onde a maioria eram adultos. Era bom. Mas ainda faltava. Então comecei a pesquisar nos jornais os editais de abertura de concursos e contratos do estado. Logo me increvi mas não fui chamada. Precisava de mais experiência comprovada. Passado algum tempo entre idas e vindas, casamento, filho, separação...desempregada...Agora era a hora de dar uma virada. Me inscrevi novamente e desta vez deu certo. Não só consegui trabalho para sustentar meu filho, mas consegui na Escola em que estagiei: A Escola Dolores. Realmente, nada é por acaso.
"Sou Dolores" desde 2009. Hoje me sinto feliz e realizada por estar num lugar onde o profissional é aceito e repeitado. Agradeço a Equipe Diretiva pela oportunidade e crença em minha experiência como profissional. Agradeço a Deus a cada vez que entro em sala de aula e digo: Bom dia ou boa tarde, turma!
Sou professora com muito orgulho. Essa é minha profissão. É o que eu sei fazer de melhor. Essa é minha vida. (Professora Rita Enes - Biologia)
Eu acredito muito nessa afirmação. Entre outras coisas que já aconteceram em minha vida foi ter "corrido atras" da vontade lecionar na Escola Dolores. Minha trajetória na universidade não foi fácil como a de muitos colegas. Entre trabalho de pesquisa dentro da universidade e muito estudo, desejava algo a mais para minha experiência profissional. Quando me formei no Bacharelado em Ciências Biológicas, resolvi fazer o complemento do curso com as disciplinas restantes para obter o diploma de Licenciatura. E quando fazia o trajeto de minha casa para universidade passava em frente a escola e pensava: "Ainda vou dar aula nesta Escola." No segundo semestre de 2003, era chegada a hora de fazer as práticas de ensino, que vinculavam o graduando a um estágio na Instituição de Ensino que abrisse as portas aquela oportunidade. Adivinhem qual foi? A Escola Dolores.
Estagiei com a Professora Maria do Carmo, hoje aposentada, muito atensiosa e impresionada com meu trabalho. Era uma sétima série, turma 73. Essa turma rendeu aborrecimentos devido ao comportamento, pois não imaginava que nessa década, já havia problemas de indisciplina. O fato serviu para fortalecer meus ideais de mudar a forma de ensinar, de fazer a diferença na educação dos alunos. Era isso! Estava convicta de que era o caminho. Mesmo com todas as dificuldades que a profissão exibe.
No final de 2003 já estava formada com o diploma na mão e saí em busca o meu objetivo. Logo vieram os trabalhos como Bióloga em departamentos públicos, como a Secretaria de Saúde de São Leopoldo e depois Novo Hamburgo. Período muito enrriquecedor pela experiência profissional e pessoal. Iniciei no curso técnico em escola particular, onde a maioria eram adultos. Era bom. Mas ainda faltava. Então comecei a pesquisar nos jornais os editais de abertura de concursos e contratos do estado. Logo me increvi mas não fui chamada. Precisava de mais experiência comprovada. Passado algum tempo entre idas e vindas, casamento, filho, separação...desempregada...Agora era a hora de dar uma virada. Me inscrevi novamente e desta vez deu certo. Não só consegui trabalho para sustentar meu filho, mas consegui na Escola em que estagiei: A Escola Dolores. Realmente, nada é por acaso.
"Sou Dolores" desde 2009. Hoje me sinto feliz e realizada por estar num lugar onde o profissional é aceito e repeitado. Agradeço a Equipe Diretiva pela oportunidade e crença em minha experiência como profissional. Agradeço a Deus a cada vez que entro em sala de aula e digo: Bom dia ou boa tarde, turma!
Sou professora com muito orgulho. Essa é minha profissão. É o que eu sei fazer de melhor. Essa é minha vida. (Professora Rita Enes - Biologia)
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Nem tudo é um mar de rosas
Não sei se é o tipo de coisa que
aconteceu só comigo ou se realmente todos pensam assim e com todos acontecem! Mas
gostaria de mencionar que no ano passado, enquanto estava no segundo ano, eu
achava que depois que eu saísse do colégio, tudo iria ficar mais fácil, sem
tantos problemas, eu poderia trabalhar, me sustentar e não ia me incomodar
tanto. Quem me dera ter continuado naquele ano.
Nem
tudo é um mar de rosas, existem os pontos positivos, morar sozinho,
privacidade, faculdade, poder dirigir, sair sem dar explicações e sem precisar
do dinheiro dos pais. Mas basta chegar no terceiro e se você começa a correr
atrás para organizar tudo, ano que vem
sua vida vira de cabeça para baixo. Desde o cursinho para os que querem entrar
numa faculdade, isso sem mencionar os trabalhos que serão feitos mais tarde na
mesma, até mesmo o trabalho de estagiário que tanto reclamamos ser explorados para
tudo. E as preocupações? Vestibular, curso técnico, currículo, trabalhos do
terceiro ano para não reprovar de jeito nenhum, emprego, viver sozinho, quem
sabe, e ainda se não bastasse tudo isso ainda tem próprios afazeres: esportes,
música, jogos, festas, a diversão em geral que tentamos nós proporcionar para
passar o tempo.
Mas
chega nessa hora e você percebe que tem tudo para piorar daqui para frente,
seus planos para o futuro, seus sonhos a se tornarem realidade, tudo que você
luta e batalha para construir, e cada vez um mundo maior cai em cima de ti,
você passa os dias tanto úteis quanto o fim de semana fora de casa, mora,
dorme, vive num mundo tão desconhecido.
Claro
que muitos já conhecem essa rotina, mas será que todos sabem que depois que o concluirmos
o Ensino Médio, você só fica parado se não for ambicioso? A ambição nos
consome, mas é uma ambição boa, eu adoraria mencionar sobre o que eu faço, a
academia, o cursinho, a banda, as noites incansáveis com instrumentos para cima
e para baixo em outras cidades que tu nunca foi, tais como: Sapucaia do Sul e
Esteio, mas não, eu não vim aqui para te desmotivar pensando que tudo vai
desandar ou que tudo vai ser um saco. Muito pelo contrário! Só se tem a
agradecer porque o tempo voa quando temos coisas para fazer e largar essa
preguiça de ficar o dia em casa é a melhor coisa do mundo.
Enfim
o terceiro ano vai se resumir em batalha pela tua formatura, pelas tuas festas
de formatura, pela tua viagem com a turma, pelas camisetas, as vendas de
lanches, toda preocupação e confusão que isso vai te proporcionar, tu vai se
irritar, vai se decepcionar, vai se indignar, mas tudo bem, a vida não foi
feita apenas de prazeres.
Não
posso dizer que cursei no melhor do colégio e aproveitei tudo que eu podia ali,
pois nem sempre tive disposição, ou até mesmo, “saco” para aguentar tudo, mas
procurei sempre fazer o que eu podia.
A
razão para não desmotivar agora nessa “largada para a vida” é que você pode ter
um pensamento na sua cabeça de motivação, pode não ser muito bom, mas é para
mim funciona: sempre tem como piorar e acredite as coisas ainda vão piorar,
continue agora, e viva cada dia, não como se fosse o último, mas como se fosse
o primeiro.
Autoria de Túlio Neto
Reta final
Nós
alunos da turma 302 estamos na nossa reta final de nossa vida dentro de uma
escola, e nos preparando ao mundo que nos espera futuramente. Alunos que estão
na escola desde os primeiros anos de ensino, a vocês que recentemente entraram
nessa jornada, juntos fazem a turma que devem se mostrar exemplos aos que ainda
vão passar por isso, como se portar ou não nesse ano que se mostra o mais
importante para nossa vida, pois é o ano de tomaremos nossas decisões e veremos
qual será o caminho a ser seguido quando terminarmos nossa jornada como alunos
do Ensino Médio.
Ao sairmos, iremos deixar como
alguns chamam um legado. Se for bom ou ruim, isso tudo dependerá de como nos
mostrarmos durante o ano como alunos. Podemos deixar uma mensagem de o que não
fazer ao chegar a esse ano, ou como sermos os melhores dos professores, mas sem
dúvida, os melhores ou os piores sempre irão deixar lembranças com os
professores, que irão contar aos seus futuros alunos como éramos, e se alegrar,
ou não com isso.
A nossa turma é pequena e talvez
seja por isso que todos sempre são unidos em decisões a serem feitas, e estamos
sempre do mesmo lado independente se a pessoa está certa ou não. Ao início do
ano, todos queriam somente que tudo isso acabasse logo, contávamos os dias para
acabar, agora percebo que quanto mais perto estamos do final, mais ficamos
receosos com o que acontecerá quando tudo acabar. Com esse fim chegando mais
perto a cada dia, ficamos mais unidos e tentamos aproveitar ao máximo tudo o
que está acontecendo à nossa volta. As amizades de repente ficaram mais
concretas do que eram, pois não se sabe o que acontecerá quando nós pararmos de
nos ver de segunda a sexta, e às vezes, até com muitas reclamações nos sábados.
Qual aluno nunca reclamou que não gosta de ir à escola? É uma pergunta que sempre será respondida com nenhum, pois sempre há aquele professor classificado como carrasco pelos alunos, que faz o aluno não ter vontade de ir à aula. Mas nesse ano, os alunos do 3º ano sentem certa “vontade” de ir à escola, embora haja muitas faltas. Mas todos nós somos uma família, querendo ou não, pois passamos um ano completo se vendo diariamente e aprendendo a aceitar as diferenças.
Qual aluno nunca reclamou que não gosta de ir à escola? É uma pergunta que sempre será respondida com nenhum, pois sempre há aquele professor classificado como carrasco pelos alunos, que faz o aluno não ter vontade de ir à aula. Mas nesse ano, os alunos do 3º ano sentem certa “vontade” de ir à escola, embora haja muitas faltas. Mas todos nós somos uma família, querendo ou não, pois passamos um ano completo se vendo diariamente e aprendendo a aceitar as diferenças.
Autoria de Daniela Martins
Um final feliz
Um
final feliz, isso quero ter, me orgulhar neste último ano de aprendizagem, pois
para mim o importante é essa homenagem.
A todos, desejo paz, saúde e
realizações e uma vida de muitas emoções. Aos que ficarem, digo que aproveitem
e tirem suas dúvidas em todas as matérias, não estamos de brincadeira, pois a
formatura é coisa séria.
Bom, fico por aqui e, demonstrando
todo o meu carinho à escola Dolores e seus alunos, agradeço.
Bons estudos!
Autoria de Angélica Hahn
Meus caros colegas!
Meus caros colegas! Já chegou o ano tão esperado, onde tudo termina e começa ao mesmo tempo. O ano da formatura!
Tivemos ótimos momentos juntos, muitos trabalhos, discussões e palhaçadas, típicos de terceiro ano, onde a alegria e a incerteza tomam conta de nossas mentes. Mas aposto que mesmo com essas dúvidas, nós não deixamos de ter a absoluta certeza de que tudo valeu a pena, tudo o que foi dito e feito nos tornou o que somos hoje.
Todas as qualidades foram expostas e isso nos torna incrível, pois todos sabem que assim como qualidades, também temos defeitos e mesmo assim, nos aceitamos e apoiamos do jeitinho que somos, sem por nem tirar.
Tenho a certeza de que todos são muito queridos e amigos e que o apoio na hora das dificuldades sempre irá chegar. Cada um com seu jeito particular conquistando todos nós, não á a toa que somos uma turma, na verdade o que nos define melhor é a palavra grupo, pois a definição é: conjunto de pessoas que têm os mesmos sentimentos, representações e juízos de valor e apresentam os mesmos tipos de comportamento.
Também o fato de convivermos diariamente, sempre acabamos pegando as manias uns dos outros, e não são só as manias, pegamos no pé também, tanto para brincar quanto para cobrar, pois sabemos o que é melhor para cada um, pois isso a vida nos mostrará.
Deixo aqui minhas palavras, descrevendo essa turma tão especial pra mim e que tenho a certeza de que vai marcar a vida de cada um que passou por ela, tanto colegas, quanto professores. Não tenho dúvidas de que esse não é o fim, mas sim o começo, o início das vidas de trabalhadores, empresários, músicos, biólogos, arquitetos, entre outros, e sei que mesmo assim, toda noite deitaremos nossa cabeça no travesseiro e agradeceremos por tudo isso, todas as broncas, brincadeiras e apelidos que fizemos, pois foi tudo isso que fez o que somos hoje.
A minha, a sua, a NOSSA 302.
Autoria de Jeniffer dos Santos
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